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OpenACS

OpenACS é tema de palestra no V CONISLI

O OpenACS e seu papel como gerenciador de ambiente de comunidades virtuais será tema de palestra no V CONISLI, que acontece na Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) dos dias 09 a 11 de novembro de 2007.

A palestra sobre o OpenACS será no dia 10 de novembro às 13h30 no auditório principal do evento, e será ministrada por um dos coordenadores da comunidade no Brasil, Eduardo Ferreira dos Santos. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no endereço www.conisli.org  e a grade de palestras está no endereço http://conisli.org/vergrade10.php.

12:36 PM, 10 Nov 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Cresce 46% o número de usuários que acessam a Internet de casa devido aos sites de relacionamento, diz Ibope/NetRatings

São Paulo, 31 de outubro de 2007 - A quantidade de pessoas que navegam de casa na Internet cresceu 46% em setembro no Brasil em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo Ibope/NetRatings. O número total de usuários residenciais chegou a 20,1 milhões. Se forem levados em conta todos os ambientes (residência, trabalho e locais públicos gratuitos), o número de usuários total sobe para 36,9 milhões.

Os brasileiros se mantêm na liderança no ranking mundial de horas de navegação tanto residencial como comercial, com 22 horas mensais por pessoa. Estão na frente dos americanos (18h54m) e dos japoneses (18h21).

As faixas etárias que mais contribuíram para a expansão da Internet residencial foram as crianças e os adolescentes de ambos os sexos, com expansão anual de 53%, e os homens com mais de 45 anos, que tiveram crescimento de 50%. Em intensidade de uso, vêm se destacando as mulheres entre 18 e 24 anos, que no período de um ano aumentaram em 25% a quantidade de páginas vistas.
Entre setembro de 2006 e setembro de 2007, as três categorias de maior crescimento percentual foram “Casa e Moda”, com 73% de evolução da audiência, “Viagens e Turismo”, com 67%, e “Automotivo”, com 57%. Sites de gastronomia, venda de imóveis e sobre assuntos de beleza foram os que mais cresceram na categoria “Casa e Moda”, enquanto em “Viagens” voltou a aumentar a navegação em sites de mapas, além de sites que oferecem pacotes turísticos e passagens aéreas.

Em tempo de navegação por usuário, a categoria “Buscadores, Portais e Comunidades” passou a sustentar a primeira posição. Esse movimento está relacionado ao aumento do tempo online em comunidades. Devido ao maior interesse por redes sociais e por blogs, o tempo on-line mensal do usuário de “Comunidades” passou de 3h39min em setembro de 2006 para 4h40min em setembro de 2007, o que significa uma evolução de 29%.

Os novos recursos audiovisuais adotados pelas comunidades têm levado os usuários, sobretudo crianças e mulheres jovens, a navegar por mais tempo e a trocarem mais mensagens por meio das páginas de redes sociais.

Fonte: W-News - 31/10/2007

05:12 PM, 01 Nov 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Comércio eletrônico, publicidade online, análise de fraudes na web, otimização de buscas. Com a internet, a área de atuação de profissionais de tecnologia se expandiu. Mas quais são estes cargos e como o mercado valoriza seu conhecimento?

Enquanto webmaster e webdesigner são profissões inerentes à web no “imaginário popular”, novas ocupações como a do SEO (do inglês Search Engine Optimizer) surgem. Além disso, empresas offline que migram para o universo online geram novas oportunidades.

Se há algum tempo os cargos eram limitados, hoje “surgiram muitos voltados às áreas comerciais e de negócios”, expõe Benedito Borghi, da consultoria Lopes & Borghi Associados.

> Saiba quanto ganham os profissionais de tecnologia

Apesar da expansão, há muitas névoas quando se fala em definição e nomenclatura de cargos. “Mas é apenas uma questão de tempo para o mercado online se ajustar com sua estruturação, valorização e remuneração”, explica o diretor da People Consulting, Shuji Shimada.

O futuro dos profissionais da rede, segundo Shimada, é promissor. “Hoje o caminho é sem volta. As empresas cada vez mais criam produtos dentro da web e investem em aplicações online”, afirma.

Se preparar para lidar com a internet no mesmo ritmo com que ela se desenvolve - e, principalmente, ter experiência consolidada ao mesmo tempo - é complicado.

Definitivamente, “a mão-de-obra não entra com a mesma velocidade”, opina o vice-presidente do Interactive Advertising Bureau (IAB), Raul Orfao.

Segundo o diretor, a maioria dos profissionais que atuam hoje na rede nasceram com ela. “Os desenvolvedores, principalmente, aprenderam linguagens voltadas à web desde sua iniciação. Estas pessoas já pertencem este mundo desde o início”, diz Shimada.

Orfao define de forma descontraída o perfil dos atuantes da web como “molecada sênior”.

Quem são e para onde vão

Junto ao crescimento da internet, aumentam também as oportunidades de carreira e a valorização dos que desejam atuar online?

“Percebemos é que a demanda por profissionais é muito grande, mas também que os salários de hoje não possuem tendência de crescimento”, opina Borghi.

As necessidades da web, contudo, podem acarretar em maior reconhecimento de um cargo. “Há um ano, eu disse que não valorizavam o SEO. Hoje, porém, o mercado percebe que é importante organizar o tráfego orgânico”, diz o diretor de novos negócios da WEBTraffic, Mirko Mayeroff.

No caso da área publicitária, “um perfil com grande demanda hoje é o do profissional de mídia online. Esta competência é valorizada por haver poucas pessoas especializadas”, revela Orfao.

O salário deste profissional, contudo, não difere de um mídia que atua em agências “offline”. Segundo o vice-presidente, “as agências precisam ter uma visão mais madura das práticas de salários em diferentes categorias do trabalho online.”

O consultor do Comitê de Varejo Eletrônico da Camara-e.net, Gastão Mattos, afirma que no comércio eletrônico, as especificações aumentam. “Alguns princípios importantes são a navegabilidade e administração de perfis de clientes do varejo online”, revela. Ele acrescenta que profissionais com habilidades em gestão são os mais requisitados.

Salários

Um levantamento de setembro da consultoria Lopes & Borghi Associados, que avaliou empresas de São Paulo com faturamento de até 300 milhões de reais, aponta abismos salariais: um webmaster pode ganhar de 1.600 até 6.750 reais.

A variação se dá, segundo Borghi, graças ao tempo de empresa de um funcionário. A pesquisa considerou o regime de contratação CLT (Consolidação das Leis de Trabalho).

O salário de um webdesigner, por sua vez, vai de 1.300 a 5.500 reais, enquanto um desenvolvedor para web recebe de 1.200 a 3.500 reais mensais.

O SEO, estudioso dos algoritmos de busca, se enquadra no perfil salarial de um analista de programação sênior, segundo Mayeroff.

A pesquisa salarial da Lopes & Borghi de abril deste ano dá uma base da valorização do SEO por meio do salário do programador sênior, que é de 5.722 reais, em média - podendo chegar aos 6.760 reais.

A extensão da segurança no desktop para o mundo online também dá novas crias. Segundo o diretor de Operações de Riscos da Atos Origin no Reino Unido, Marcos Sêmola, estes especialistas são os chamados analistas de fraude online e de segurança na web. No Brasil, o especialista aponta que a média salarial é de 7.500 e 6.500 reais, respectivamente.

A nebulosidade em relação a salários e nomenclatura das profissões existente quando se fala em internet, "não ocorre em função da consolidação das especializações, mas devido ao próprio mercado de tecnologia”, avalia Shimada.

10:19 AM, 17 Out 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Lançados pacotes .deb para Debian e Ubuntu

O lançamento já aconteceu há algum tempo, mas só agora foi construído um tutorial simplificado no XoWiki, que já foi traduzido no Wiki do Portal. Dêem uma olhada:

Instruções para o pacote .deb

Quem tiver interesse em atualizar as versões dos respectivos pacotes pode utilizar o SVN da comunidade para fazê-lo.

06:13 PM, 21 Set 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Como a Web 2.0 afeta o mundo corporativo [computerworld.uol.com.br]

Por Cláudia Zucare Boscoli, da CIO
03 de julho de 2007 - 17h05

No começo, a segunda geração da World Wide Web – ou Web 2.0 – só interessava aos usuários finais. Agora, o conceito invade o mundo corporativo com a promessa de promover uma colaboração interna capaz de mudar os rumos das empresas e até aumentar o faturamento.

Quem defende esta posição argumenta que, assim como os blogs servem para trocar impressões e interpretações de um filme, podem também servir como local de discussão dos assuntos da empresa, seja a busca de soluções a um problema pontual, uma nova estratégia ou a aquisição de produtos e serviços que terão impacto na rotina de trabalho.

Desta forma, apostam, a "inteligência coletiva" não só reuniria uma diversidade maior de idéias antes da tomada de decisão final, o que abriria brechas para inovações nunca antes testadas, como ainda faria os funcionários sentirem-se mais úteis e envolvidos.

De olho no mercado de quem já pensa na Web 2.0 e em aplicativos mais dinâmicos e colaborativos, o vice-presidente sênior da BEA Systems, Robert Ruelas, veio ao Brasil demonstrar a parceiros e clientes as ferramentas que dispõe para atender este novo conceito.

"Hoje, a discussão de arquitetura orientada a serviços (SOA) está avançada no Brasil e ela tem tudo a ver com Web 2.0, já que ambas pedem mais agilidade, uma transação bem maior de dados de forma orquestrada", avalia.

Ele acredita que as indústrias financeira e de telecomunicações serão as primeiras beneficiadas pela Web 2.0, justamente por estarem à frente no que diz respeito à maturidade de TI.

 A atenção de Ruelas com o mercado brasileiro se explica: no ano anterior, a fornecedora de soluções registrou um crescimento de 2% na América Latina, dos quais o País responde por metade. "Considero a América Latina um mercado bastante particular. É um microcosmo. Aqui, pela diversidade de comportamentos do consumidor, conseguimos testar muito bem todas as estratégias globais", conta.

Porém, sua presença também dá espaço a uma outra interpretação. A de que a indústria tem novo foco e, muito em breve, toda a empresa estará comentando – e cobrando – a Web 2.0.

Empresa rápida ou morta
Na Indiana Seguros, por exemplo, a colaboração já está na pauta do superintendente de tecnologia da informação, Reinaldo D'Errico.

"Temos um grupo de pessoas ligadas à gerência de processos participando de seminários, pesquisas, enfim, tentando entender este novo cenário e de que forma ele poderá ser adotado na companhia. Para nós, a colaboração é extremamente importante. Hoje, nossos corretores e clientes são constantemente pesquisados sobre questões tecnológicas, produtos e serviços", diz ele.

A companhia também participa de grupos de discussão com outras seguradoras. "O que buscamos, agora, é uma plataforma que viabilize tudo isto e torne as trocas mais fáceis e ágeis. Particularmente, acredito que funcionários e clientes podem e devem ser parceiros nas inovações".

Ele ainda alerta: "Aqui, partimos do princípio que uma boa idéia não-implementada pode virar uma ameaça amanhã, se a concorrência colocá-la em prática. Tenho um quadro com a figura de um tigre e os seguintes dizeres: 'no mundo de hoje, existem dois tipos de empresa: as rápidas e as mortas'. Esta imagem me persegue diariamente", brinca.

09:28 AM, 04 Jul 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

13 de junho de 2007, 17:32

CMMI, COBIT, ITIL e PMBOK. Para não se perder em siglas nos processos de gestão e aferimento de resultados, aprenda a integrar pessoas e atividades, gerando um bom planejamento estratégico para sua empresa.

Por Patrícia Camurugy

Com o objetivo de alinhar tecnologia aos negócios, a governança de TI vem nos trazer, baseada nas melhores práticas e metodologias do mercado, os frameworks que permeiam as disciplinas e gerências mais relevantes num processo de prestação de serviços.

Por framework, podemos entender como uma estrutura de processos que representam um conjunto de idéias, condições ou premissas que determinam como algo será abordado, percebido ou entendido.

E neste mar de diferentes métodos e modelos de gerenciamento, onde a gente se perde em siglas como CMMI, COBIT, ITIL e PMBOK, devemos ter muito cuidado em quais, quando e como adotar os respectivos frameworks para levar serviços e produtos aos nossos clientes com qualidade (acima de tudo) sustentável.

Há tempos que as empresas sofrem as conseqüências de estruturas organizacionais funcionais, que trazem uma percepção fragmentada do negócio, levando os funcionários a uma visão restrita à própria área de atuação. Como conseqüência, a integração de pessoas e atividades torna-se mais difícil, gerando um maior esforço para entrega do produto/serviço ao cliente.

Os frameworks vêm quebrar as estruturas verticalizadas, transformando-as em um fluxo das atividades integradas horizontalmente. Mas ainda não é o bastante para a garantia do sucesso.

Processos requerem um fluxo contínuo de informações e atividades. A não observância de questões como impacto cultural e pontos de interseção entre os frameworks (gerencias e documentação) podem levar ao naufrágio total.

A existência de pontos comuns entre os frameworks pode trazer dúvidas na escolha daquele que melhor se aplica para o gerenciamento de uma determinada atividade. Para minimizá-la, leve em consideração o objetivo final da atividade, bem como o foco principal do framework.

Salvação ou pesadelo?

Para adequarmos a infra-estrutura de TI ao negócio, o primeiro passo é termos ciência de “onde estamos” e “onde queremos chegar”.

O COBIT se aplica muito bem nessa situação, visto que seu principal objetivo é tratar o fluxo de informações que venham a contribuir para um bom planejamento estratégico, distribuição de responsabilidades e gerenciamento de recursos.

O segundo passo é a identificação dos processos críticos, os quais servirão de norteador para análise de risco e consequentemente a sua mitigação, para o cumprimento da meta estabelecida, que nada mais é do que a entrega do serviço/produto contratado, atendendo aos Acordos de Níveis de Serviços (SLAs) pré-definidos entre empresa e cliente.

Os frameworks são compostos por diversos processos distribuídos em gerências e disciplinas específicas, que nos orientam “o quê fazer”, e não “como fazer”. Pois o “como fazer” vai variar de acordo com a especificidade, cultura e disponibilidade financeira de cada empresa.

O fato da especificidade influenciar no processo de adoção dos frameworks, não quer dizer que eles sejam mutuamente exclusivos, pelo contrário, o mercado aponta uma maior eficiência quando a implementação de mais de um framework é feita de forma simultânea.

Isso porque o tratamento de um processo pode ocasionar a necessidade de criarmos ou melhorarmos um processo pertencente a outro framework. Exemplificando: como a melhoria dos Processos de Desenvolvimento de Software pode surtir efeito no sistema a ser entregue, se a infra-estrutura do ambiente operacional (produção, homologação e teste) não estiver adequada à demanda?

Neste caso, é fortemente indicada a implantação dos processos do CMMI e ITIL ao mesmo tempo, sem necessariamente dar inicio a todas as gerências de uma única vez. As características de cada instituição é que apontarão a prioridade.

O terceiro passo para o sucesso na adoção dos frameworks é que, fundamentalmente, a mesma seja muito bem planejada e gerenciada, observando o retorno financeiro esperado pelos patrocinadores.

A sugestão é tratar como um programa a adoção dessas melhores práticas. Para isso, o uso do PMBOK é um grande facilitador não só para os gerenciamentos dos Projetos de Negócio e Infra-estrutura (administrativa e tecnológica) da empresa, como também projetos para a adoção de cada framework.

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Processos são implementados, acompanhados e mensurados por pessoas. São elas que poderão dizer onde estamos e onde queremos chegar logo.

Entender a cultura da empresa é de suma importância, visto que os processos atuais podem estar baseados no “modus operandi” e não nos padrões estabelecidos pela empresa. Outro fator importantíssimo é a comunicação, temos que identificar a melhor forma de endomarketing para que seja difundido o Planejamento Estratégico da Instituição, trazendo uma visão única dos objetivos estratégicos traçados.

Quando partimos para o uso de processos como meio de melhoria de gestão, é muito comum o aumento dos controles manuais, visto que nem todas as empresas possuem ferramentas que suportem o monitoramento das atividades e principalmente que sejam baseadas em resultados.

Em casos como esses é que a disponibilidade financeira contribui e muito na redução do esforço na execução das atividades, possibilitando aquisições e contratações de Recursos Humanos e de infra-estrutura, minimizando o impacto no dia-a-dia do corpo funcional.

Melhores Práticas é, sim, um grande diferencial para manter sustentáveis os processos de suporte/entrega dos serviços/produtos ofertados, bem como a melhoria da maturidade dos processos de gestão, trazendo um controle mais efetivo e voltado para resultados.

Devemos ficar atentos para:

    - clareza e divulgação dos benefícios tangíveis e intangíveis esperados pelo negócio;

    - planeje e execute de tal forma que a adoção ou melhoria dos processos sejam percebidas num curto espaço de tempo;

    - Não despreze a análise de risco;

    - crie um grupo de trabalho para tratar de gerência de mudanças com principal atribuição a aclimatação do corpo funcional;

    - defina os indicadores para aferir os resultados;

    - Mantenha a alta gerência comprometida com o projeto;

    - Apresente o plano de investimento associando-o aos benefícios do negócio. [Webinsider]

06:23 PM, 13 Jun 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Lançamento da comunidade brasileira do OpenACS será no FISL

A Comunidade OpenACS terá sua primeira reunião oficial durante o Fórum Internacional de Software Livre em Porto Alegre. A ferramenta será apresentada no dia 14/04 às 10h00 na sala Dijkstra, e no mesmo dia na parte da tarde vai ocorrer uma reunião para formação oficial da comunidade brasileira e definição das primeiras ações do grupo.

O primeiro treinamento da ferramenta no setor público foi realizado este ano com o apoio do Ministério do Planejamento e participação das organizações Embrapa, Ministério da Agricultura, CONAJE e Iniciativa Amazônica. Durante o encontro foi distribuída aos participantes a primeira apostila de OpenACS em português, além de ter sido disponibilizado o manual online de instalação. O espaço cedido pelo  Ministério no Portal do Software Público Brasileiro é a única lista fora dos Estados Unidos a discutir o software.

Mais informações sobre a ferramenta podem ser encontradas na Comunidade Oficial do Software e sobre o fórum de sopftware livre na Página Inicial do Evento.

11:22 AM, 04 Abr 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

SÃO PAULO - SÃO PAULO - Após dois dias de conferência sobre a Web 2.0, realizada em São Paulo, algumas certezas sobre esta nova fase da internet tomaram forma: a evolução da internet vai ajudar a forjar uma nova democracia digital baseada no poder nas mãos do usuário e vai criar uma nova cultura de negócios baseados na interação. “É radicalização do poder nas mãos do usuário”, definiu Caio Túlio Costa, CEO do iG.

    * Blogueiro do iG acompanhou a conferência


O jornalista Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, foi um dos palestrantes da Conferência Web 2.0 - evento patrocinado pelo iG - e falou como a internet se tornou um instrumento de democratização da mídia e mostrou como a Web 2.0 vai dar dinheiro.

Segundo Paulo Henrique, “a máxima concentração de portais e provedores de acesso vai conviver com a máxima dispersão do acesso. E isso vai dar dinheiro”.

No encerramento, nesta quinta-feira, foi realizado um painel sobre o papel dos portais na Internet. Entre os participantes, o presidente do iG, Caio Túlio Costa, e representantes do Google, Terra, Yahoo! e do grupo M&M.

Para Caio Túlio, o evento mostrou como está hoje, no Brasil, a internet e quanto ela é "revolucionária". "Deu também uma idéia de quanto ainda somos 'incompetentes' e de quanto o mercado não nos entende", disse, referindo-se à pequena participação - apenas 1,9% - da Internet nas verbas publicitárias.

Negócios 2.0

A conferência abordou também a nova fase da web do ponto de vista dos negócios. “As conferências se apoiaram no tripé comunicação/marketing, negócios e tecnologia”, explica Claudiney Santos, diretor da TI Inside.

Segundo ele, além de toda a interação com usuário, a Web 2.0 proporciona ainda um ambiente propício para o desenvolvimento de negócios. De acordo com Santos, todos aprenderam com a primeira fase da web. Agora é a oportunidade de desenvolver os negócios.

O evento ainda abordou o mercado brasileiro de internet em números, as tendência e perspectivas da Web 2.0, as primeiras soluções das empresas brasileiras na nova fase da internet, a publicidade on line e a Web 2.0 em dispositivos móveis.

De acordo com dados apresentados na conferência por Marcello Povoa, o Brasil tem 14,4 milhões de usuários de banda larga, dos quais 8,7 milhões visitam sites de comércio, como lojas virtuais, por exemplo. O que, segundo ele, é um bom motivo para investir na web.

Ele também lembrou a onda de digitalização de conteúdos como rádios e TV. “A web funciona como uma forma de transformar todas essas mídias em uma linguagem só, e tudo roda em paralelo com serviços, redes sociais e aplicativos”, afirmou.

Outra revolução nos negócios será causada pela Web 2.0 em dispositivos móveis. “Temos hoje no Brasil mais de 100 milhões de celulares”, diz Santos lembrando as iniciativas de gigantes como o You Tube e o Google Maps em mídia móvel.

Web 2.0

O termo Web 2.0 foi cunhado em 2004 por Dale Dougherty, diretor da O'Reilly e estudioso da internet, para designar a segunda geração da rede mundial de computadores. A nova fase reforçaria os conceitos de troca de informação e colaboração dos internautas com os sites ou serviços na internet. Um exemplo da Web 2.0 é a Wikipédia, enciclopédia editada pelos próprios usuários.

O termo tomou forma quando a revista ‘Time’ escolheu ‘você’, o internauta como personalidade do ano “por tirar o poder das mãos de poucos e trabalhar de graça e superar os profissionais no jogo dele”, justificou a revista que colocou um espelho no lugar da foto de capa.

Os críticos afirmam que o termo Web 2.0 é puramente mercadológico e que a interatividade era um movimento natural e não uma “segunda geração”. Seja como for, o número de sites que exploram o conteúdo produzido pelo internauta vem crescendo a cada dia. Uma prova disso é o YouTube. Um site em que os próprios usuários fazem seu conteúdo. Criado por dois amigos, com 67 funcionários e sem lucro foi vendido para o Google por US$ 1,65 bilhão.

“Web 2.0 é uma série de aplicações que propiciam e potencializam a formação de redes sociais digitais. Redes sociais são coletivos de pessoas e agentes que interagem direta ou indiretamente entre si e constroem certos padrões recorrentes de relacionamento e comportamento”, disse Abel Reis VP de Tecnologia da Agência Click. “Logo, a Web 2.0 não é uma série de sacadas geniais de tecnologia, ela nasce de um contexto particular com aspectos técnicos, econômicos e comportamentais”.

Sucesso

O evento é considerado pelos organizadores um sucesso. “A idéia veio de uma conversa com Claudiney Santos [diretor da TI Inside]”, conta Rubens Glasberg, diretor da Converge Comunicações e organizador do evento. “Reservamos um hotel e lançamos a conferência em dezembro. Em janeiro já tivemos de procurar um outro local. Mais de uma semana antes do evento todas as vagas estavam reservadas”.
Segundo ele, a grande virtude do evento foi abordar o tema por todas as óticas, desde a jurídica a comportamental, juntando pessoal de negócios, tecnologia, criação, marketing e de empresas de telefonia móvel para discutir os impactos da revolução da Web 2.0.

Entre as empresas que mandaram representantes ao evento estão as agências de publicidade Talent e Ogilvy, os bancos Bradesco e Itaú, Coca-cola, Endemol, Furnas, Correios, Globo, Fox e Editora Abril.

10:12 PM, 27 Mar 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Por Gumae Carvalho - O e-Learning, movimentou cerca de 80 milhões de reais no Brasil no ano passado, segundo pesquisas realizadas pelo portal e-Learning Brasil. O valor ainda é muito pequeno diante do volume de negócios no mundo: algo em torno de 6,6 bilhões de dólares de acordo com o International Data Corporation (IDC). Mas esse montante é apenas um aquecimento, já que, segundo o próprio IDC, em dois anos, as vendas e soluções e os serviços para e-Learning quase quadruplicarão, podendo alcançar 23 bilhões de dólares.

As empresas brasileiras de sistemas para gerenciamento do ensino a distância (ou Learning Management Systems - LMS) apostam nessa demanda. Entre 1999 e 2003, o mercado apresentou um crescimento superior a 60% em investimentos em ferramentas tecnológicas para educação corporativa, segundo levantamento feito pelo portal com empresas que participaram do prêmio e-Learning Brasil. "Em nível mundial, esse crescimento é de 40%. Ou seja, estamos acima da média. Temos um mercado com potencial", comenta Francisco Antônio Soeltl, presidente da Micropower e vice-presidente de Tecnologia da ABRH-Nacional. "Isso é positivo porque demonstra que o país está se beneficiando. Mas temos de ser realistas e entender que esses investimentos tendem a diminuir para uma taxa de 40%", acrescenta. Em termos financeiros, Soeltl conta que, de 1999 até hoje, o volume investido supera 190 milhões de reais e os benefícios gerados chegam a 270 milhões de reais.

As empresas têm adotado o e-Learning de duas formas: comprando tecnologia, e instalando internamente ou externamente, ou pagando pela demanda ou pelo uso de um determinado curso. A modalidade mais comum, segundo pesquisas do portal, é aderir a soluções de e-Learning por meio da modalidade Application Service Provider - ASP (90% das 201 empresas ouvidas). "Ele é o mais procurado porque não imobiliza a empresa com investimentos em estrutura", explica Soeltl.

Do total gerado em benefícios, 20% refere-se à geração de receita. "O e-Learning agiliza o lançamento de um produto, por exemplo. Você prepara mais rapidamente um profissional para ele. A empresa tem condições de colocá-lo na mão do cliente mais cedo e de gerenciar melhor esse processo", diz Soeltl. Além disso, continua o presidente da Micropower, existe a questão de o colaborador não se ausentar por longo período da empresa em cursos presenciais. "Assim, ele não perde oportunidades de gerar negócios."

O restante dos benefícios refere-se à economia. Em uma pesquisa feita pelo portal, em janeiro, das 312 empresas ouvidas, 30% demonstraram que a redução dos custos de viagens, hospedagem e transporte e a maior rapidez no processo de treinamento (29%) são, respectivamente, as principais motivações para a adoção do e-Learning.

Além dessas, a adoção da tecnologia nos processos de educação permite outras vantagens de acordo com Manoel Salgueiro, presidente da Saba no Brasil: "Quanto maior a corporação, maior a dificuldade em preencher as vagas que aparecem com as pratas da casa. Ela sabe que tem as pessoas, mas não tem idéia de quais são, efetivamente, as competências que esses colaboradores possuem e os gaps existentes. Um modelo de gestão por competência aliado ao uso da tecnologia de forma integrada com a educação corportiva permite preparar um profissional rapidamente para assumir uma nova posição. Você traça um plano de educação para ele", explica. O outro benefício está na possibilidade de o RH criar métricas de avaliação. "Nosso sistema é integrável a outros de gestão e possuímos um datamarketing que analisa e gera relatórios customizados para auxiliar as organizações na avaliação dos cursos", diz.

Diferenças de nível social, dificuldades de acesso à educação e dimensão geográfica. Esses são alguns dos pontos apontados por Leonardo Petrelli, diretor presidente da DTCom, como as principais razões para o desenvolvimento da educação a distância no país. "Ela integra e democratiza", diz. No entanto, Petrelli acredita existir uma certa confusão sobre o conceito de tecnologia: "Todo mundo acha que o moderno é via web. Mas, num país como o nosso, cuja população tem o hábito de assistir à TV, é um desperdício não usar o meio televisivo para repassar conhecimento."

Ele explica que a internet é, sem dúvida, um caminho para a educação a distância. Porém, para que seja usada plenamente, será necessário altos investimentos. "Primeiro deve-se conectar esse país. Depois, garantir que essa conectividade tenha alta velocidade para passar um grande volume de informações", conta.

Por essa razão, a DTCom adota modelos que utilizam as duas mídias, oferecendo canais de televisão corporativos para seus clientes. "A linguagem usada na TV é mais didática e mais fácil de chegar a todas as partes do país", observa. "A educação a distância tem de ser feita de forma multimidiática, com a mídia que for mais adaptável ao cliente."

Apesar da expectativa de um crescimento no mercado, ainda existem barreiras a serem vencidas pelas empresas do setor. Um dos trabalhos da Micropower, por exemplo, é o de sensibilizar as organizações para o que o e-Learning pode fazer. Por isso, entre as ações, estão a realização de um congresso anual e do prêmio e-Learning Brasil. Ainda nesse sentido, Salgueiro, da Saba, destaca que o RH deve entender o que é o e-Learning dentro da gestão do conhecimento. "Para isso, vale a pena visitar empresas que já tenham implantado essa ferramenta e fazer uma analogia do que pode ser adaptado", diz. Dessa forma, segundo ele, é possível ultrapassar barreiras tradicionais como a questão do investimento e a resistência por parte dos funcionários a essa nova modalidade de ensino.

Presenciais - De acordo com um levantamento feito no início do ano pelo portal e-Learning Brasil com 138 organizações, 98% delas acreditam que um dos caminhos para vencer essa resistência é a combinação de métodos de treinamentos presenciais e eletrônicos, o chamado blended learning. A adoção dessa modalidade híbrida de educação teve um crescimento de 40% em relação ao ano passado em 23% das empresas ouvidas pelo portal na mesma pesquisa. Em outro grupo (39%) esse aumento foi de 10% a 30%.

A universidade corporativa do Banco do Brasil é um exemplo. Metade dos programas oferecidos é virtual. "Na verdade, trabalhamos com várias mídias, como apostilas, web, aulas presenciais e uma TV corporativa, um canal fechado com 3,5 mil pontos de recepção, que atinge 98% dos 85 mil funcionários", comenta Hugo Brandão, gerente da divisão de parcerias da universidade.

Atualmente, o banco conta 12 centros regionais de formação, somando 98 salas e 12 auditórios. Há, ainda, o campus virtual com dois portais: um aberto para qualquer usuário e outro restrito a determinados públicos e que oferece mais de cem programas de treinamento. "A tecnologia ajuda muito, seja via web ou por outro meio. O mercado em que atuamos é dinâmico e competitivo, fazendo com que as especificações de nossos produtos mudem constantemente. Imagine que daqui a alguns dias o banco resolva lançar um novo seguro para automóvel. Como vou preparar todos os funcionários para isso em pouco tempo? A solução está na tecnologia: aviso todos que em tal dia haverá um programa em nossa TV sobre o novo produto", diz.

Competitividade. Essa é a principal razão para as empresas investirem em educação corporativa. "Elas precisam de pessoas com competências necessárias para gerenciar os negócios", observa Alberto Varano, presidente da recém-criada Associação Brasileira de Educação Corporativa (Abec) e diretor superintendente do Isvor Fiat, empresa do grupo focada em treinamento. "Na Abec, muitas organizações estão com projetos voltados para exportação e precisam de profissionais com competências específicas. Para isso, estão investindo em cursos nesse sentido", diz.

Padronização - Varano reforça que a tecnologia é, em alguns casos, o suporte fundamental nos processos de educação nas empresas. Atualmente, cerca de 80 mil funcionários da Fiat, em todo o mundo, estão em treinamento via e-Learning num curso de governança corporativa. "Precisávamos capacitar essas pessoas em apenas três meses. Isso seria impossível sem tecnologia. Mas não quero dizer que ela é a solução para tudo. Muitos dos projetos de educação corporativa têm um aspecto de troca de idéias e de vivências que é feito apenas de forma presencial. E isso também é importante. É uma ótima maneira de repassar a cultura da empresa", acrescenta.

Uma das propostas da Abec para o setor é a padronização de plataforma para o e-Learning. "Muitas empresas estão desenvolvendo produtos de acordo com seus próprios padrões. Queremos criar um padrão único ou aderir a um específico para que possamos compartilhar alguns produtos de e-Learning", diz. O objetivo é facilitar a troca de experiências entre as universidades corporativas por meio de linguagens tecnológicas comuns e reduzir custos. "Assim, podemos negociar melhor com as fornecedoras e dividir os custos. Não vai ser só a Fiat que vai negociar, vai ser a Fiat e muitas outras juntas", finaliza.

Fonte: Revista Melhor Data: 23/08/2004

Isso em 2004. Imagine como está hoje... 

10:07 PM, 27 Mar 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Solução de gerenciamento de projetos ]project-open[ é tema de artigo na Linux Magazine

É um artigo um pouco antigo (março de 2006), mas é interessante para visualizarmos mais uma das inúmeras possibilidades do OpenACS.

http://www.linuxmagazine.com.br/issue/18/LM18_46-51.pdf 

É interessante ainda perceber que grande parte dos problemas apresentados pelo artigo em relação à solução já estão quase que totalmente resolvidos, pois o OpenACS deixa de ser uma opção obscura e ganha cada vez mais espaço entre os desenvolvedores. 

Caso não esteja conseguindo abrir o arquivo, veja o link interno para o artigo:

http://www.softwarepublico.gov.br/dotlrn/clubs/openacs/file-storage/download/LM18_46-51.pdf?file%5fid=48824 

09:22 AM, 22 Mar 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

II Encontro Nacional de Tutores de Educação à Distância utilizará o dotlrn

O II Encontro Nacional de Tutores de Educação à Distância, realizado pela Comissão Organizadora, hospedado pela Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti) utilizará o dotlrn em sua etapa online. O encontro acontecerá em três etapas, sendo duas online e uma presencial. As etapas online serão sedidas no site da Universidade Corporativa Alberto Pereira de Castro da Abipti, enquanto a etapa presencial acontecerá em conjunto com o 5 Seminário da ABED em Recife. A previsão inicial gira em torno de 1000 a 1500 participantes do encontro, que tem como meta debater a educação à distância no Brasil.

É a primeira vez que uma atividade desse porte é realizada no Brasil utilizando a teconologia da dupla OpenACS/.LRN, e pode representar um marco positivo de evolução na utilização do software. Mais informações podem ser obtidas no endereço http://groups.google.pl/group/eadbr/browse_thread/thread/c7a2a8a6399b900  ou na página do evento http://www.uca.portalabipti.org.br/enated/. As inscrições já estão abertas e a participação é gratuita.

05:06 PM, 20 Mar 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Treinamento em Brasília realizado com sucesso

Com a participação da organizações Embrapa, Ministério da Agricultura, CONAJE, Iniciativa Amazônica e o patrocínio do Ministério do Planejamento, o primeiro treinamento em OpenACS no Brasil foi realizado com sucesso.

Durante as duas semanas do encontro os participantes estiveram envolvidos em diversas atividades, como palestras, aulas e laboratórios práticos, para os quais foi utilizada a primeira documentação para o software escrita totalmente em Português.

O curso teve a organização e a realização da equipe da Arpatec Informática, nas figuras de Eduardo Santos e Alessandro Landim, além da participação como palestrantes do pesquisador da Embrapa Orzenil Silva Júnior e do pesquisador Rodrigo Proença.

Os participantes levaram para a casa a primeira apostila sobre o OpenACS totalmente em Português, escrita por Eduardo Ferreira dos Santos. Em parceria com o Portal do Software Público Brasileiro foi lançada também a pedra fundamental da comunidade brasileira do OpenACS, que disponibiliza um Wiki também em Português sobre o processo de instalação e configuração do software.

Mais informações podem ser encontradas na página da comunidade do OpenACS no Portal. 

09:44 AM, 15 Mar 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Inscrições encerradas

Devido à grande procura de várias instituições que manifestaram o interesse de mandar representantes para o Treinamento, informamos que todas as vagas já estão preenchidas. Para aqueles que ainda têm interesse em aprender sobre o OpenACS, a comunidade será o melhor espaço para esclarecer dúvidas e conhecer mais sobre o software.

Os que já fizeram a inscrição e assim confirmaram sua presença, solicitamos que fiquem atentos aos horários do treinamento. A primeira aula será na Segunda dia 26/02/2007 às 14h00 na Esplanada dos Ministérios, bloco K, Brasília-DF. Mais informações podem ser encontradas na página inicial da comunidade e no Resumo do Treinamento


07:09 PM, 22 Fev 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Cronograma do Treinamento já está disponível

O Cronograma do Treinamento já está disponível na comunidade para quem quiser participar:

Resumo  do Treinamento

07:05 PM, 16 Fev 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

Primeiro treinamento em OpenACS no Brasil será realizado em Brasília

Com o apoio do projeto software público brasileiro do governo federal através do Ministério do Planejamento, será realizado em Brasília o primeiro treinamento em OpenACS no Brasil.

O OpenACS é um framework de desenvolvimento web largamente utilizado em grandes instituições ao redor do mundo, como MIT, Universidade de Valência da Espanha, Embrapa, Greepeace e muitos outros. Juntamente com o seu aplicativo .LRN é considerada uma das melhores ferramentas de aprendizagem e desenvolvimento colaborativo, utilizando o conceito de modularização que permite várias soluções integradas. Na mesma plataforma é possível rodar um sistema de comunidades virtuais com fóruns, notícias, calendário e muitos outros.

Pouco divulgado no Brasil, o sistema vem ganhando força e adquirindo um número maior de usuários a cada dia. Através do treinamento que será realizado no Ministério, será formada a primeira geração de desenvolvedores 100% nacional, já que todo o estudo será realizado em português por pessoas que já trabalham com a tecnologia há vários anos.

O resultado da iniciativa poderá ser conferido na primeira comunidade de OpenACS no Brasil, que será hospedada no Portal do Software Público Brasileiro do governo federal.

05:45 PM, 14 Fev 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

A Associação Software Livre e o Sindicato dos Bancários vão realizar no dia 28 de fevereiro, às 18h30min, a palestra Software Público e Software Livre: a experiência do CACIC. Quem vai falar sobre o assunto é o gerente de Inovações Tecnológicas, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Corinto Meffe. A palestra faz parte das atividades de lançamento do 8º Fórum Internacional Software Livre – fisl8.0.

Meffe, que trabalha com software livre desde 1998, já coordenou projetos como a migração para software livre da Dataprev, o Guia Livre, a Metodologia de Avaliação de Distribuição Livre, o Guia de Cluster e o Sistema de Inventário CACIC – Configurador Automático e Coletor de Informações Computacionais. Atualmente coordena a iniciativa do Portal do Software Público Brasileiro.

O CACIC é o primeiro Software Público do Governo Federal, resultado do Consórcio de Cooperação entre a SLTI – Secretaria de Logística Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG e a DATAPREV - Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social, desenvolvido pelo Escritório Regional da DATAPREV no Espírito Santo.

05:28 PM, 14 Fev 2007 por Eduardo Santos Link Permanente | Comentários (0)

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